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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Imbondeiro

Sou um Imbondeiro
e a Lua é minha irmã
na Selva do Mundo.

O Céu

O Céu
nem sempre
é Cinzento
Por vezes,
chega a ser Azul
Nunca é Verde!

Apesar
da Morte
há o Parto!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mãe VI

A alegria
do canto
das Cigarras
e a
fragrância das flores
que sentes
Também
as sinto,Mãe!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Mãe V

Olha-te
no espelho
e sorri
Sorri
para essa Vida
que é parte
de Ti!

Mãe IV

Agora
que te olho
nos olhos
Agora
que me olhas
nos olhos
todas
as barreiras
foram quebradas.

Mãe III

Nada
é comparável
ao teu
porto de abrigo
Mãe!
Nem mesmo
esta luz
que me
invade.

Mãe II

Criei raízes
em ti
que nem
o trevo
da separação
nos distancia.

Definição

Divagação:
"Mestre"do nada.
Reflexão:
"Pai"do todo.

Deixem-me...

Deixem-me
viver o amor
contra tudo que é vão
Deixem-me
ser batuque
sem a eterna masturbação
da guerra
Deixem-me
viver um amor
que não caiba
em nenhuma definição
"profana"
porque ao amor
só caberá o infinito
Jamais poderá
ser circunscrito
Quero um amor
que seja respirado
cantado
e exaltado
E então,
só então
serei feliz!

domingo, 6 de novembro de 2011

Lírios

Colhi Lírios
no teu campo
que é meu
Mas não
me cansei
de evocar
Rosas perfumadas.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Silêncio do Exílio

No Silêncio
do Exílio profundo
perde-se
o fio
da palavra vital.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Natal enjaulado

O Natal
está preso
na jaula
do Deus Cifrão
Por isso
lamento
estas labaredas.
Consomem-me
os ventos
poluentes
deste fogo
do Cifrão ardente!

Viajante...!

Viajante!
Ao carregares
as angústias do mundo
cometeste
um erro
Esqueceste
as tuas angústias!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Emprestado

Moro emprestado
na esfera do caos
Incógnito e mascarado
permaneço!

Eu e o Poeta

Entre mim
e o Poeta
não há diferença.
Eu e Ele
somos um!
Quando o Poeta
fala
falo Eu!
Quando falo
Eu
fala o Poeta!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Alcovas do Cifrão

Nas Alcovas
do Cifrão
moram homens
como nós!
Ao portão
uivam Lobos
canções sem melodia
A Alcateia
é um Convite
velado
à ilusão
da utopia igualitária!

domingo, 16 de outubro de 2011

Cinzas

Canto
dormente
sobre as Cinzas
da minha tristeza!

Cantemos...

Cantemos
a Beleza
e o Espanto
Pois
Solitários
permaneceremos!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Poema contra...

Quero
que meu Poema
seja um voto de protesto
de todos os homens
acorrentados
pelo cadeado do silêncio.

Quero
que seja um Poema
da voz destemida
dos sem voz!

Quero
que seja um Poema
da utopia do silêncio
contra a violência
da ditadura do silêncio.

Quero
que seja um Poema
tão melodioso
como o coaxar das rãs
e que espante
a cegueira agoniosa do mundo
e as grilhetas da crise!

Apelo

Há um Silêncio
do Silêncio
no meu Silêncio!
Não confundas
nunca
o Silêncio
no meu Silêncio!