Sou um Imbondeiro
e a Lua é minha irmã
na Selva do Mundo.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Deixem-me...
Deixem-me
viver o amor
contra tudo que é vão
Deixem-me
ser batuque
sem a eterna masturbação
da guerra
Deixem-me
viver um amor
que não caiba
em nenhuma definição
"profana"
porque ao amor
só caberá o infinito
Jamais poderá
ser circunscrito
Quero um amor
que seja respirado
cantado
e exaltado
E então,
só então
serei feliz!
viver o amor
contra tudo que é vão
Deixem-me
ser batuque
sem a eterna masturbação
da guerra
Deixem-me
viver um amor
que não caiba
em nenhuma definição
"profana"
porque ao amor
só caberá o infinito
Jamais poderá
ser circunscrito
Quero um amor
que seja respirado
cantado
e exaltado
E então,
só então
serei feliz!
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domingo, 6 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Natal enjaulado
O Natal
está preso
na jaula
do Deus Cifrão
Por isso
lamento
estas labaredas.
Consomem-me
os ventos
poluentes
deste fogo
do Cifrão ardente!
está preso
na jaula
do Deus Cifrão
Por isso
lamento
estas labaredas.
Consomem-me
os ventos
poluentes
deste fogo
do Cifrão ardente!
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Poesia
Viajante...!
Viajante!
Ao carregares
as angústias do mundo
cometeste
um erro
Esqueceste
as tuas angústias!
Ao carregares
as angústias do mundo
cometeste
um erro
Esqueceste
as tuas angústias!
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Poesia
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Eu e o Poeta
Entre mim
e o Poeta
não há diferença.
Eu e Ele
somos um!
Quando o Poeta
fala
falo Eu!
Quando falo
Eu
fala o Poeta!
e o Poeta
não há diferença.
Eu e Ele
somos um!
Quando o Poeta
fala
falo Eu!
Quando falo
Eu
fala o Poeta!
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Alcovas do Cifrão
Nas Alcovas
do Cifrão
moram homens
como nós!
Ao portão
uivam Lobos
canções sem melodia
A Alcateia
é um Convite
velado
à ilusão
da utopia igualitária!
do Cifrão
moram homens
como nós!
Ao portão
uivam Lobos
canções sem melodia
A Alcateia
é um Convite
velado
à ilusão
da utopia igualitária!
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Poesia
domingo, 16 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Poema contra...
Quero
que meu Poema
seja um voto de protesto
de todos os homens
acorrentados
pelo cadeado do silêncio.
Quero
que seja um Poema
da voz destemida
dos sem voz!
Quero
que seja um Poema
da utopia do silêncio
contra a violência
da ditadura do silêncio.
Quero
que seja um Poema
tão melodioso
como o coaxar das rãs
e que espante
a cegueira agoniosa do mundo
e as grilhetas da crise!
que meu Poema
seja um voto de protesto
de todos os homens
acorrentados
pelo cadeado do silêncio.
Quero
que seja um Poema
da voz destemida
dos sem voz!
Quero
que seja um Poema
da utopia do silêncio
contra a violência
da ditadura do silêncio.
Quero
que seja um Poema
tão melodioso
como o coaxar das rãs
e que espante
a cegueira agoniosa do mundo
e as grilhetas da crise!
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