Andei
Pelas ruas
Do Carvoeiro
Qual Ali Babá
Dos Algarves
Marejei
Nas praias
Carvoeiras
E retirei-me discreto
No cume da montanha
Algures na "Casa Roma"
Tal qual
O Guerreiro Solitário
de Alcácer Quibir.
Delmar Maia Gonçalves
Carvoeiro, 2 de Outubro de 2004.
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sábado, 9 de maio de 2009
Tu e eu

Tu e eu
Unos agora somos!
Já não sou um ser à parte
Já não sou
Um ser à margem de tudo
Para ti
Qual névoa verde esperançosa
E juntos tu e eu
Sobre o interminável oceano
Haveremos de pairar
Até que a vida, doce vida
Apadrinhe o dia no encontro
com a noite
E adormeça a noite no
Reencontro com o dia!
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 15 de Março de 2007 .
Ilustração:
"Tu e eu"
De Vera Novo Fornelos
(Poetisa e Artista Plástica)
Viana do Castelo, 2007.
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Poesia
Coincidences
Viens à moi sculpture
je suis sculpteur.
Viens à moi peinture
je suis peintre.
Viens à moi prose
je suis prosateur.
Viens à moi poesie
je suis poète.
Delmar Maia Gonçalves
Parede, 26 de Dezembro de 1994.
je suis sculpteur.
Viens à moi peinture
je suis peintre.
Viens à moi prose
je suis prosateur.
Viens à moi poesie
je suis poète.
Delmar Maia Gonçalves
Parede, 26 de Dezembro de 1994.
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Poesia
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Life is dead in Nicoadala

The day is peaceful
It does not rain, nor it drizzles
The sun is up
A burning sun.
The fields are dry
The grass owns the land
There are no men around,
nor birds, nor fruits
There is no life.
The silence rules
A deadly silence.
In Nicoadala
Time has stopped
And life is dead.
Delmar Maia Gonçalves
25 de Junho de 1988.
Ilustração:
"Vida morreu em Nicoadala"
De Fernando Oliveira
(Professor de História e Artista Plástico)
Maio de 2008.
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Poesia
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Dúvida
Porque será que se reage
com indiferença
à morte de 50 iraquianos
e se chora e lamenta
a morte de um americano?
Não somos nós todos
feitos do mesmo pó?
Delmar Maia Gonçalves
Madorna, 27 de Março de 2007.
com indiferença
à morte de 50 iraquianos
e se chora e lamenta
a morte de um americano?
Não somos nós todos
feitos do mesmo pó?
Delmar Maia Gonçalves
Madorna, 27 de Março de 2007.
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Pensamento
quinta-feira, 30 de abril de 2009
TO REMEMBER TIMOR
Timor...
Land of dream
and reality as well
Land of hope
named despair
Land of joy
changed into suffering
Land of martyrs
humiliated people
Land of invasion
of burned soil
Land of peace
silenced in war.
Delmar Maia Gonçalves
Parede, 5 de Julho de 1990.
Land of dream
and reality as well
Land of hope
named despair
Land of joy
changed into suffering
Land of martyrs
humiliated people
Land of invasion
of burned soil
Land of peace
silenced in war.
Delmar Maia Gonçalves
Parede, 5 de Julho de 1990.
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Poesia
The Story of Paquito
To the anonnymous heroes of East-Timor
Paquito was born
and with him hope
Paquito grew up
and with him the invasion.
Paquito was killed
but he lives
For
Paquito is me
Paquito is you
Paquito is all of us
Paquito is Timor
claiming for Justice.
Delmar Maia Gonçalves
Parede, 5 de Maio de 1995.
Paquito was born
and with him hope
Paquito grew up
and with him the invasion.
Paquito was killed
but he lives
For
Paquito is me
Paquito is you
Paquito is all of us
Paquito is Timor
claiming for Justice.
Delmar Maia Gonçalves
Parede, 5 de Maio de 1995.
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Poesia
Entre o ser
E o não ser,
Não existe senão
A ilusão do Ser!
E a ilusão do Ser
É tão vital
Como o próprio ser.
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 20 de Maio de 2007.
E o não ser,
Não existe senão
A ilusão do Ser!
E a ilusão do Ser
É tão vital
Como o próprio ser.
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 20 de Maio de 2007.
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Poesia
sábado, 25 de abril de 2009
Lembrar Timor
Timor...
Terra de sonho
E também de realidade.
Terra de esperança
Chamada desespero.
Terra de alegria
Transformada em sofrimento.
Terra mártir
De povo humilhado.
Terra anexada
De solo queimado.
Terra de paz
Em guerra silenciada.
Terra de sonho
E também de realidade.
Terra de esperança
Chamada desespero.
Terra de alegria
Transformada em sofrimento.
Terra mártir
De povo humilhado.
Terra anexada
De solo queimado.
Terra de paz
Em guerra silenciada.
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Poesia
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