Estava a pensar
sentar-me ao relento
para sentir a frescura do vento.
Estava a pensar
dormir ao relento
para domar a força do vento.
Mas o vento
é açambarcador
não posso estar por isso
ao relento.
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 10 de Fevereiro de 2001.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Martin Luther King II
Tua consciência
não é escrava.Tua vida
é um hino
à liberdade.
Teu exemplo
é um poema
para a eternidade.
Delmar Maia Gonçalves
Monte Estoril, 11 de Abril de 2004.
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Poesia
Mulher é...
Luz do poeta
Fogo que arde
E sente
Candeeiro
E chama
Chamamento infinito.
Delmar Maia Gonçalves
Carcavelos, 09 de Maio de 2005.
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Poesia
Mulher XXI
Se os teus
Olhos falassem
Comeria
Tâmaras no
Sepulcro sacro
Da minha ignota
Existência.
Delmar Maia Gonçalves
Parede, 5 de Junho de 2004.
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Poesia
Mulher XXXI
Sinto saudades
De momentos
Que contigo
Não vivi.
Delmar Maia Gonçalves
El Escorial/Espanha, 11 de Junho de 2004.
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Poesia
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Denuncio...
Denuncio
Os plagiadores do alheio
Denuncio
A preguicite mental
Denuncio
Os "Escritores"
Que não são operários da palavra
Denuncio
Os críticos a pancarta de doutores
Denuncio
A mediocridade livresca
Denuncio
A vaidade saloia
Denuncio
O mediatismo vazio
Denuncio
A crítica passiva
E a ausência de racionalismo
Inédito
Delmar Maia Gonçalves
Parede, 27 de Agosto de 2009.
Os plagiadores do alheio
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A preguicite mental
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Os "Escritores"
Que não são operários da palavra
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Os críticos a pancarta de doutores
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A mediocridade livresca
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A vaidade saloia
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O mediatismo vazio
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A crítica passiva
E a ausência de racionalismo
Inédito
Delmar Maia Gonçalves
Parede, 27 de Agosto de 2009.
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Poesia
domingo, 13 de setembro de 2009
Quelimane minha namorada
Se poeta sou
Tu és minha poesia
Se prosador sou
Tu és minha prosa
Se escultor sou
Tu és minha escultura
Se pintor sou
Tu és minha pintura.
Delmar Maia Gonçalves
Maputo/Parede, 12 de Agosto de 1985.
Tu és minha poesia
Se prosador sou
Tu és minha prosa
Se escultor sou
Tu és minha escultura
Se pintor sou
Tu és minha pintura.
Delmar Maia Gonçalves
Maputo/Parede, 12 de Agosto de 1985.
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Poesia
De Corpo Inteiro
Ao Poeta Bocage
Magro
de estatura média
olhos azuis como o mar
nariz alto
eis o Elmano do Sado
da Pena
Lusitano de fado embora,
não renegou
sua veia rebelde
"vive la Revolution!"
por isso cantou
hinos à Liberdade
com sua alma lusitana.
Foi devoto
de mil deidades
num momento e para a eternidade.
Converteu-se
ao deus Baco.
Mil tormentos passou.
Abraçou
o deus Marte
para infelicidade dos frades.
Tarde chegou
seu desânimo com o arrependimento
porque aos céus ultrajou.
Viveu o fado dos génios.
Seu Dezembro fatal e negro chegou
e ele imortalizado ficou
com a paz do sepulcro.
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 26 de Junho de 2005.
Magro
de estatura média
olhos azuis como o mar
nariz alto
eis o Elmano do Sado
da Pena
Lusitano de fado embora,
não renegou
sua veia rebelde
"vive la Revolution!"
por isso cantou
hinos à Liberdade
com sua alma lusitana.
Foi devoto
de mil deidades
num momento e para a eternidade.
Converteu-se
ao deus Baco.
Mil tormentos passou.
Abraçou
o deus Marte
para infelicidade dos frades.
Tarde chegou
seu desânimo com o arrependimento
porque aos céus ultrajou.
Viveu o fado dos génios.
Seu Dezembro fatal e negro chegou
e ele imortalizado ficou
com a paz do sepulcro.
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 26 de Junho de 2005.
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Poesia
Amor é a fronteira que está entre a paixão e o ódio.
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 28 de Outubro de 2002.
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 28 de Outubro de 2002.
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Pensamento
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