segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Algumas iniciativas que contribuiriam para a preservação e fortalecimento da Língua Portuguesa em Moçambique /PALOP

1)Construção de mais campus universitários em Portugal e nos PALOP.
2)Concretização de acordos Inter-Universidades ou Inter-Escolas Superiores de Educação , visando um maior Intercâmbio Académico- Cultural entre professores e alunos Portugueses e dos PALOP.
3)Criação em todas as Universidades Portuguesas de Núcleos de Estudantes Africanos.
4)Maior aproximação e ligação entre as Associações de Estudantes Africanos e as Embaixadas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa acreditadas em Lisboa.
5)Desenvolver programas de Intercâmbio Estudantil/ Juvenil similares aos estabelecidos entre os Estudantes Portugueses(Secundários e Universitários) e os Estudantes Americanos e Europeus.
6)Realização de Festivais de Teatro Universitário Inter-Universidades ou Inter-Escolas Superiores de Educação de Portugal e dos PALOP.
7)Organização de estágios para Estudantes Portugueses nos PALOP e de Estudantes Africanos em Portugal.
8)Maiores investimentos em termos de infraestruturas e documentação em Portugal ( e sobre os PALOP) para a concretização de projectos de investigação universitária , nomeadamente em Bibliotecas,Arquivos documentais,Arquivos Históricos,Cinematecas, Centros de Estudos,Fonotecas,Videotecas,Teatros,Museus,Centros Culturais,Centros de Recursos Poéticos e Galerias de Pintura ,de Cerâmica, de Escultura e de Fotografia.
9)Reconhecimento público de personalidades Africanas( Académicas,Culturais, Políticas e Empresariais)residentes em Portugal e nos PALOP que mais contribuiram para uma maior aproximação com Portugal.
10)Geminação Inter-Escolas Portuguesas e Escolas dos PALOP de todos os níveis de Ensino.
11)Promoção de Cursos Anuais de Língua Portuguesa para Professores dos PALOP.
12)Criação de um Centro Cultural Moçambicano oficial em Lisboa que promova e intensifique as actividades culturais e de intercâmbio cultural entre os dois Países.
13)Incentivar apoios a Associações dos Amigos da Língua Portuguesa de Moçambique.
14)Promover visitas regulares de Autores Portugueses a Moçambique e de Autores Moçambicanos a Portugal.
15)Criação de um Museu de África que tenha a participação activa de Historiadores,Antropólogos,Sociólogos e Museólogos Africanos.

Delmar Maia Gonçalves

O maior erro da colonização Portuguesa :A não promoção do Homem Africano

Como era o Ensino Indígena Africano?
Todos os Governos Coloniais tiveram sempre medo da promoção intelectual dos Indígenas.
Temiam que , dentre os Africanos promovidos surgissem Líderes que pudessem causar problemas!Portugal e o seu Governo levaram durante muito tempo o medo ao extremo.
Pelo acordo missionário o Governo Colonial Português confiou a instrução dos Indígenas Africanos às missões católicas, mas sem lhes atribuir,nos primeiros anos,verbas ou apoios para isso.Os missionários alfabetizaram muitas vezes à sua custa e com esforço próprio.
Depois de 1940,o ensino Indígena começou por se chamar Ensino Rudimentar,e durava três anos.Mais tarde , passou a chamar-se Ensino de Adaptação , com a duração também de três anos.
Em ambos os casos a criança podia fazer o exame oficial mas, na prática não o fazia ,por os pais não poderem apresentar o bilhete de identidaderio , por serem Indígenas Africanos.O Indígena que queria aprender mais tinha de ir para o Seminário ou jogar futebol!
Os missionários sofriam muito com os entraves que encontravam na promoção dos Indígenas Africanos.
O Ensino Primário Oficial foi unificado em 1964, desaparecendo a distinção entre o Ensino Rudimentar ou de Adaptação e o Primário.
Todavia muito havia a fazer , sobretudo no Ensino Secundário onde a frequência de jovens Africanos era realmente bastante baixa.
E neste aspecto particular , Portugal esteve sempre atrasado relativamente aos seus parceiros Coloniais de então : a França , a Inglaterra e a Espanha.
Tudo isto com o agravante de os brancos naturais de Portugal(a Metrópole)usufruirem de mais direitos e privilégios do que os Nascidos nas Ex.Colónias (quer fossem Negros , Mestiços ou Brancos !).

A violência nos Bairros Degradados /A promiscuidade nos Bairros Sociais

Primeiro é preciso ter em conta que o problema da violência nos Bairros Degradados e a promiscuidade nos Bairros Sociais é um problema não só dos seus moradores( Ciganos, Africanos e seus descendentes e os Lusos pobres),mas um problema da Sociedade Portuguesa!
E enquanto os políticos portugueses em particular e os portugueses em geral pensarem que este é um problema dos Ciganos, dos Africanos e seus descendentes e dos "lusos"pobres(eles que o resolvam!eles que se entendam!)então não se resolverá tão cedo,pois estes são apenas e só uma parte do problema e são também a solução do mesmo!Trata-se de uma questão global da Sociedade Portuguesa!
É preciso definir bem que razões levam a certos comportamentos e atitudes,que histórias de vida têm os moradores dos Bairros identificados,qual a sua proveniência,que perspectivas e expectativas têm relativamente aos governantes Portugueses e à própria Sociedade Portuguesa e já agora,os " Lusos" pobres que lá vivem , o que pensam de tudo isto?
É preciso combater a exclusão social, mas com soluções globais e não particulares, tendo em conta sempre especificidades próprias!
Não vamos perpetuar o gueto.
Na verdade , para ser concreto,existe tanta droga no Bairro das Marianas(1) como no seio das élites portuguesas da "Quinta da Marinha"!
Finalmente , é preciso envolver neste trabalho alguns Ministérios através de instituições que os representem, Escolas,Universidades,Autarquias,Igrejas e Associações (quer as de moradores, quer as desportivas,culturais e sociais!),desenvolvendo e promovendo parcerias.

Delmar Maia Gonçalves

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Expectativas em 1999

A minha expectativa relativamente a este Ministério(da Administração Interna) , é que trabalhe na área da educação em conjunto com o Ministério da Educação, no sentido de criar um quadro pedagógico que tenha em conta as diferenças culturais , sociais , económicas , ambientais , sexuais e que se incremente a igualdade no acesso e usufruto dos benefícios da educação e da cultura ; que trabalhe no sentido da revisão do Decreto-Lei número 50 / 77 que não permite aos imigrantes que vivem e trabalham em Portugal o acesso ao crédito bancário para compra de habitação ; que trabalhe no sentido de que os crimes racistas e xenófobos sejam considerados crimes públicos ( actualmente são considerados crimes privados ou semi-públicos !) e que não dependam de queixas para que haja procedimento criminal adequado .Tornem-na exequível!
Que trabalhe no sentido da legalização imediata de todos os imigrantes ; que trabalhe no sentido de se passar do carácter irreversível multicultural da "escola" e sociedade portuguesas ao interculturalismo , promovendo para tal uma educação em que haja uma interrelação entre as culturas existentes , sem contudo apagar a identidade específica de cada uma delas .
Finalmente gostaria de chamar atenção para o seguinte : que à pergunta - Que sou eu ? ; implica uma outra : - Que sei eu sobre estas comunidades , estes povos , estas etnias , sobre aquilo que serve de mediador entre os seus membros e os outros ?
Não se esqueçam que o indivíduo é o que fôr a sua possibilidade de relacionar-se com o mundo que o rodeia .É nesse autoconhecimento dos limites e liberdades que começa a tolerância .

Delmar Maia Gonçalves

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Um Jogo de Palavras gémeas

Um Corredor de Maratonas
Um Corredor interminável
Um Corrector da Bolsa
Um Corrector de textos inundados de vazio
Um Estádio de Râguebi
Um Estádio da minha vida
Um Jesus o Messias
Um Messias Jogador de Futebol
A Lua Nova
A Boa e Nova aurora!


Delmar Maia Gonçalves

Pedofilia é Crime

Parece ser este o Lema no "pequeno" mas poderoso Estado do Vaticano : Et pluribus unum?
Não consigo ,como Cristão Católico , compreender que uma figura importante da hierarquia da Igreja Católica e do Estado do Vaticano , estabeleça uma relação directa entre  Homossexualidade e a Pedofilia , e que a pretenda Científica!?
É para desculpabilizar quem e o quê?Et errare humanum est?
Até quando ?Se estes crimes hediondos têm a idade do meu tetravô?
Talvez nos possam explicar , alguns membros do Clero pedófilos e homossexuais (que os há) ,que vivem no escudo da imunidade vaticanesca ou outra , esta dantesca e inexplicável relação ou quem sabe até se desculpabilizem praticando na reclusão dos Mosteiros,Seminários e Conventos a oração e a autoflagelação , que nem Deus perdoa , quando mal justificada?
E é possível justificar o injustificável?

Delmar Maia Gonçalves

Moçambique e a questão da substituição da Língua Portuguesa pela Língua Inglesa

Moçambique pela sua situação geográfica(fronteira marítima com o Madagáscar , país francófono de África , e terrestres com o Zimbabwe , a África do Sul , a Swazilândia , a Zâmbia , a Tanzania ,o Malawi ),todos da Commonwealth ,"Comunidade Britânica";pela sua situação geopolítica e pela sua história específica,sofre a forte mas não decisiva influência dos Britânicos ou , por interposição , das antigas Colónias Britânicas de África.
Todos estes países Africanos com excepção do Madagáscar , têm uma particularidade comum:as ligações e laços tribais com algumas das populações das dez províncias Moçambicanas ,caso do Zimbabwe e o Centro de Moçambique (populações de Manica , Sofala e Tete),do Malawi e o Norte de Moçambique(populações do Niassa e Zambézia),da Tanzania(populações de Cabo Delgado) e da África do Sul e do Sul de Moçambique(populações de Maputo e Gaza).
Outra particularidade é a de , no Zimbabwe ,o Inglês ser apenas a segunda Língua ,tal como na Zâmbia ,Tanzania , Swazilândia , Malawi ou até no Quénia.
Em Moçambique não acontece o mesmo com a Língua Portuguesa que é curiosamente a Língua Oficial.
Verificou-se mesmo , nos últimos anos , um crescimento do número de falantes , o que muito se deve ao Povo Moçambicano que pese embora possuir Línguas Locais "Nacionais" e a forte influência da Língua Inglesa na zona , mais não fez que fortalecê-la com os chamados "Moçambicanismos"que tomam forma e se integram na Língua Portuguesa falada e corrente em Moçambique.
Moçambique tem participado nas reuniões da Commonwealth como observador , mas tem-se especulado com alguma insistência que pretende aderir àquela organização.
No entanto,é preciso não esquecer que foi necessária a intervenção do Presidente Francês General Mac-Mahon(1808-1893) para que Lourenço Marques(actual Maputo) passasse a ser Português na disputa territorial com a Inglaterra em 1875.
Com efeito , este Estadista , votou favoravelmente as pretensões Portuguesas enquanto árbitro do litígio Luso-Britânico , ficando assim Lourenço Marques ( a actual Maputo)a pertencer ao território Moçambicano.
É evidente que houve diferenças entre o processo de colonização Moçambicano e o Zambiano , entre o Colonizador Português e o Colonizador Inglês , entre Descolonização Portuguesa e a Inglesa.
Mais ,a identidade do Povo Moçambicano está basicamente alicerçada na Língua Portuguesa , daí a minha enorme dificuldade em admitir que a Língua Inglesa poderá substituir futuramente o Português em Moçambique como Língua Oficial.
É que em Moçambique está-se ainda num processo de aprendizagem do Português/Português nas zonas urbanas,suburbanas e rurais e por isso mesmo se fala em função da realidade no terreno.
No entanto ,existem regiões isoladas onde só se falam as Línguas Locais"Nacionais".Talvez aí fosse possível , mas é manifestamente muito pouco para um território tão vasto com cerca de 16 milhões de habitantes como é Moçambique.A ser verdadeira a hipótese descabida da substituição da Língua Portuguesa pela Inglesa em Moçambique ,não seria mais lógico que os Ingleses investissem no Ensino da sua Língua a todos níveis nas zonas rurais Moçambicanas uma vez que é aí que as populações não estão sequer alfabetizadas,o que felizmente não acontece?
De que estão à espera então os Portugueses?
Aliás ,mais do que falar em substituir uma Língua por outra , não seria conveniente falar antes em Cooperar para Desenvolver Moçambique?
Talvez tudo isto resulte do facto de os Portugueses estarem a agir de forma demasiado paternalista ou até de os Moçambicanos quererem manter um Modus Vivendi através de contrapartidas justificadas e talvez até os Ingleses se divirtam com a situação.
Enfim , é pura especulação!

In "Jornal A Voz do Olhar" e "Revista África Hoje"

Delmar Maia Gonçalves

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Eleições na República de Moçambique

Espero que o Partido derrotado aceite pacificamente e com fair play os resultados das eleições Moçambicanas .Faço também votos para que independentemente dos resultados das eleições , o novo Governo do Partido vencedor , saiba interpretar os anseios do Povo Moçambicano acabando com a miséria e a pobreza extremas ( ou trabalhando arduamente para erradicá-las !) , situação em que ainda vive a maioria da população Moçambicana .
Que invista mais na Educação , proporcionando melhores condições profissionais e de vida aos Docentes e investindo mais nas Escolas Públicas ; que invista mais na Saúde Pública , modernizando os Hospitais e proporcionando melhores condições de trabalho e de vida aos Médicos , Enfermeiros e Auxiliares de Acção Médica ;que promova o combate sem tréguas ao grande flagelo do século XX que é o SIDA , através da prevenção com campanhas permanentes de sensibilização e informação ;que olhe com outros olhos os Sobas e os antigos Régulos Moçambicanos na moderna Sociedade Civil Moçambicana .
Finalmente , que a postura dos nossos Dirigentes mude para sempre.


Delmar Maia Gonçalves

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Angola - Antes da Paz

Em Angola as duas partes (MPLA / UNITA ) , deverão genuinamente manifestar interesse e vontade de tudo fazerem para levarem a cabo um processo construtivo de busca de uma Paz efectiva e duradoura para o seu martirizado Povo.
Tendo ainda em consideração os superiores interesses da Nação Angolana , as duas partes deverão concordar certamente que é necessário que se ponha de lado aquilo que verdadeiramente as divide e que se concentrem com prioridade e atenção naquilo que as une , com vista a criarem uma base comum de trabalho para , no espírito de compreensão e entendimento mútuos , realizarem um diálogo no qual debatam os diferentes pontos de vista.
Por outro lado , as duas partes deverão reafirmar claramente estarem prontas a empenhar-se profundamente e no espírito de respeito e compreensão mútuos , na busca de uma verdadeira plataforma de trabalho para pôr fim à guerra , e criar condições políticas , económicas e sociais que permitam trazer uma Paz genuína e não "podre" e normalizar a vida de todos os Cidadãos Angolanos.
É necessário finalmente que sejam definidas fronteiras de interesses para que cada uma das partes saiba e se comprometa com o princípio de que , onde começa a Liberdade de uns , termina a dos outros e vice-versa!

Delmar Maia Gonçalves

domingo, 15 de agosto de 2010

Relações Militares da FRELIMO

As Relações Militares da FRELIMO ( desde 1962 ) e do Governo da República Popular de Moçambique ( depois da Independência - de 1975 à 1996 ) com o exterior :
De 1962 à 1975 a FRELIMO recebeu apoio militar e humanitário dos seguintes países : E.U. A. , Israel , Marrocos , Argélia , Egipto , Líbia , Arábia Saudita , Índia , Tanzania , Zâmbia , Suécia , Jugoslávia , Holanda ,Cuba , China , Dinamarca , Finlândia , Bulgária , Checoslováquia , Hungria , Roménia , Ruanda , Burundi , Etiópia , Tunísia , Grã-Bretanha , R.D.A.P ,Vietname , União Soviética , França , Nigéria , Quénia , Noruega .
Entre 1973-1977 , os Soviéticos forneceram 40 milhões de dólares à FRELIMO em armamento.
De 1975 à 1996 , o Governo Moçambicano assinou acordos de cooperação militar com os seguintes países : Argélia , Tanzania , Zâmbia , Nigéria ,Zimbabwe , Congo , Malawi , Swazilândia ,Angola , Guiné-Bissau , Uganda , África do Sul , Grã-Bretanha , Espanha , Índia , Paquistão , Cuba , Coreia do Norte , França , União Soviética , Portugal , Hungria , R.D.A. , Canadá , Holanda , Vietname , Itália , E.U.A. , Suécia .
Em 1984 , o pessoal militar e de segurança do Bloco de Leste em território Moçambicano era de 1458 e 1958 elementos . Gradualmente passou de Conselheiros das Forças Armadas para Instrutores na formação de militares de baixa patente .
Ainda em 1984 , um grupo de Oficiais Americanos de alta patente , visitou Moçambique .
Em 1985 , a Casa Branca pediu ao Congresso 3 milhões de dólares em ajuda militar , mas o pedido foi derrotado pelos conservadores Republicanos ( em maioria).
Em 1986 , Joaquim Chissano convidou os E.U.A. a enviarem um vaso de guerra em visita a Maputo .
Moçambique assinou um acordo com a França para a formação de uma força de Élite Presidencial .
Em 1996 , um dos Vice-Ministros Moçambicanos da Defesa pediu ao Secretário de Estado Americano para os Assuntos Africanos ajuda militar mais concreta .
A Grã-Bretanha assegurou a instrução dos quadros militares , quer em Londres , quer no Zimbabwe , quer em território Moçambicano .
A França assegurou também a formação ( através de um Centro de Instrutores Militares ) e uma ajuda militar com material bélico e de comunicações .
A Espanha apoiou a formação de Polícias Rurais .
Joaquim Chissano visitou o Salão de Exposições de Armas terrestres da Base militar Francesa de Satory , perto de Paris .
O Zimbabwe tinha cerca de cinco mil soldados a combaterem ao lado do Exército Governamental Moçambicano ( da FRELIMO) contra a RENAMO .Por outro lado , o Zimbabwe mantinha soldados seus a vigiarem o estratégico Corredor da Beira .
A Tanzania tinha cerca de um milhar de soldados a combaterem ao lado do exército Moçambicano ( da FRELIMO) contra a RENAMO.
A Zâmbia tinha soldados a lutarem ao lado do Exército Moçambicano ( da FRELIMO) sobretudo para repelirem os ataques da RENAMO em território Zambiano .
A Swazilândia assinou um Acordo de Segurança Fronteiriça com Moçambique .
A África do Sul forneceu equipamento militar e instrutores para a defesa e reabilitação das linhas de energia de Cahora Bassa e o Corredor de Maputo .
Portugal formou Oficiais Superiores das Forças Armadas Moçambicanas .
O Tenente-Coronel Howard Crowl ,Chefe do Estado Maior do Comando Militar dos Estados Unidos da América na Europa visitou Maputo.
Os principais fornecedores de armamentos a Moçambique até ao final da guerra civil foram a ex. União Soviética , Cuba e Coreia do Norte .

In "Moçambique Diplomático"

Delmar Maia Gonçalves