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sábado, 22 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
SILENSIU I MI
SILENSIU I MI
Silensiu
Trata-m
Senpri
pa BO,
Tamanhu
Era nos
Intimidadi.
Nhas gritu
di rivolta
Era mudu
Mas es ta obida
Pa mundu interu
Delmar Maia Gonçalves
Traduzido para Crioulo de Cabo Verde pelo Poeta José Luís Tavares
O SILÊNCIO E EU
Sempre
me tratou
por TU
o Silêncio.
Tamanha
era a nossa
intimidade.
Meus gritos
de revolta
eram mudos
mas ecoavam
pelo MUNDO!
Delmar Maia Gonçalves
Silensiu
Trata-m
Senpri
pa BO,
Tamanhu
Era nos
Intimidadi.
Nhas gritu
di rivolta
Era mudu
Mas es ta obida
Pa mundu interu
Delmar Maia Gonçalves
Traduzido para Crioulo de Cabo Verde pelo Poeta José Luís Tavares
O SILÊNCIO E EU
Sempre
me tratou
por TU
o Silêncio.
Tamanha
era a nossa
intimidade.
Meus gritos
de revolta
eram mudos
mas ecoavam
pelo MUNDO!
Delmar Maia Gonçalves
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Poesia traduzida para Crioulo de Cabo Verde
MAMAI
MAMAI
Mamai,
Na bus odju
N ta odja disteru
Forsadu
Delmar Maia Gonçalves
Traduzido para Crioulo de Cabo Verde pelo Poeta José Luís Tavares
MÃE
Mãe
nos teus olhos
vejo o exílio
forçado!
Delmar Maia Gonçalves
Mamai,
Na bus odju
N ta odja disteru
Forsadu
Delmar Maia Gonçalves
Traduzido para Crioulo de Cabo Verde pelo Poeta José Luís Tavares
MÃE
Mãe
nos teus olhos
vejo o exílio
forçado!
Delmar Maia Gonçalves
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Poesia traduzida para Crioulo de Cabo Verde
VOS DI KONXAS
VOS DI KONXAS
Bu sa ta obi
Vos di konxas?
É mi ta konta bentu segredus
Ku vos baxinhu.
Delmar Maia Gonçalves
Traduzido para Crioulo de Cabo Verde pelo Poeta José Luís Tavares
VOZ DAS CONCHAS
Escutas
A voz das conchas?
Sou eu
Murmurando segredos
Ao vento.
Delmar Maia Gonçalves
Bu sa ta obi
Vos di konxas?
É mi ta konta bentu segredus
Ku vos baxinhu.
Delmar Maia Gonçalves
Traduzido para Crioulo de Cabo Verde pelo Poeta José Luís Tavares
VOZ DAS CONCHAS
Escutas
A voz das conchas?
Sou eu
Murmurando segredos
Ao vento.
Delmar Maia Gonçalves
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Poesia traduzida para Crioulo de Cabo Verde
NTERU DI VERDADI
NTERU DI VERDADI
Mamai!
N sa ta
Bai
Nteru di verdadi
Pamodi
Mintira
É rostu
Di ómis
Ki dja toma
Sidadi
Delmar Maia Gonçalves
Traduzido para crioulo de Cabo Verde pelo Poeta José Luís Tavares
FUNERAL DA VERDADE
Mãe!
Vou
Ao funeral
Da verdade
Que a mentira
É o rosto
Dos homens
Que plantam
A cidade!
Delmar Maia Gonçalves
Mamai!
N sa ta
Bai
Nteru di verdadi
Pamodi
Mintira
É rostu
Di ómis
Ki dja toma
Sidadi
Delmar Maia Gonçalves
Traduzido para crioulo de Cabo Verde pelo Poeta José Luís Tavares
FUNERAL DA VERDADE
Mãe!
Vou
Ao funeral
Da verdade
Que a mentira
É o rosto
Dos homens
Que plantam
A cidade!
Delmar Maia Gonçalves
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Poesia traduzida para Crioulo de Cabo Verde
sábado, 11 de janeiro de 2014
Manifesto Moçambicano
Quando um CIDADÃO de um qualquer PAÍS sai dele, por variadas RAZÕES (voluntárias ou involuntárias), luta e vence em terras estranhas, é carregado pelo seu PAÍS ou carrega seu PAÍS nas costas, de tal forma que se torna por vezes um fardo pesado (por culpa de gente racista, preconceituosa, complexada, egoísta, invejosa , maldosa e mal intencionada)? Tem que ser um fardo?Lembro-me da minha saudosa Amiga e "Soba" falecida em CASCAIS, POETA-MAIOR de MOÇAMBIQUE NOÉMIA DE SOUSA que me dizia: "Todos os Moçambicanos a residirem no exterior e que amam seu PAÍS, são pedaços de pau preto disseminados pelo mundo!"
Um MOÇAMBICANO precisa de pedir licença para sê-lo? Não creio.
Lembro-me de uma geração de ilustres PORTUGUESES que deixaram PORTUGAL e hoje, mais do que nunca, são bandeiras fora de portas do PAÍS que os viu nascer (PAULA REGO, MANUEL DAMÁSIO, VIEIRA DA SILVA, EDUARDO LOURENÇO, entre outros) e entristece-me ver e ouvir alguns dirigentes e intelectuais moçambicanos racistas,preconceituosos, xenófobos, manipuladores, umbiguistas, mesquinhos e cobiçosos, que mais não fazem do que darem um tiro certeiro no seu próprio pé, apesar de agitarem de forma doentia a bandeira do nacionalismo !
Como diria o outro “aquila non capit muscas”.
DMG
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Opinião
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
"IMIGRANTES AFRICANOS MOÇAMBICANOS"
Aconselho vivamente a leitura deste Livro (estudo académico sério), de uma profissional Moçambicana respeitada para se compreender com profundidade a "verdadeira" Diáspora MOÇAMBICANA que nem o PARTIDO FRELIMO (no poder desde 1975), nem a RENAMO (na oposição política e armada ao poder),nem o MDM compreenderam até hoje.
A AUTORIA é da Estudiosa e Académica Moçambicana SHEILA PEREIRA KHAN. Convidado a participar, dei o meu testemunho vivo, numa longa ENTREVISTA gravada e filmada, contribuindo assim para uma melhor compreensão da DIÁSPORA MOÇAMBICANA (e sua descendência) residente "efectivamente" em PORTUGAL.
Sublinhe-se, que o mesmo teve também a participação do então EMBAIXADOR DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE em PORTUGAL, DR.PEDRO COMISSÁRIO.
Delmar Maia Gonçalves
(Escritor e Presidente do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora - CEMD)
A AUTORIA é da Estudiosa e Académica Moçambicana SHEILA PEREIRA KHAN. Convidado a participar, dei o meu testemunho vivo, numa longa ENTREVISTA gravada e filmada, contribuindo assim para uma melhor compreensão da DIÁSPORA MOÇAMBICANA (e sua descendência) residente "efectivamente" em PORTUGAL.
Sublinhe-se, que o mesmo teve também a participação do então EMBAIXADOR DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE em PORTUGAL, DR.PEDRO COMISSÁRIO.
Delmar Maia Gonçalves
(Escritor e Presidente do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora - CEMD)
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Livros
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
EU E OMAR SHARIF
Sempre que vou viajar pela Europa, antes de chegar a qualquer sala de embarque, passo sempre pela rotineira confirmação do CHECK-IN, verificação e embarque das bagagens, pelos habituais cordões de segurança e verificaçãodas bagagens de mão. E, invariavelmente, inicia-se o ritual de segurança (fico simultaneamente sem o fio, pulseira, auriculares, cinto, relógio, sapatos, telemóvel, computador portátil, máquina fotográfica, garrafa de água e quase surrealisticamente sou bombardeado com perguntas indiscretas). Normalmente sobram-me apenas as calças, a camisa,as cuecas ou rabecas e as meias que, como é óbvio, com o calor e a transpiração já cheiram a chulé!
Depois, sou sempre invadido pelo segundo ritual, chamar-lhe-ei digamos assim, de apalpamento! E não me interpretem mal, por favor! É sempre cumprido religiosa e rigorosamente por um qualquer marmanjo a quem chamam de senhor segurança.
Em certa ocasião, numa dessas viagens, em que não estava nos meus dias angelicais e serenos, saltou-me a tampa e soltei meus cães negros disparando indignado com uma pergunta lógica no meu parco inglês macarrónico: "Porque me está este senhor a apalpar com tanto entusiasmo?" Resposta pronta da sorridente senhora chefe da secção de segurança do aeroporto : -"Talvez seja porque o senhor é muito parecido com o OMAR SHARIF!"
É claro que não desarmei.Serenei e soltei um leve sorriso. Finalmente, descobrira nesse dia que tenho semelhanças com este charmoso galã romântico egípcio da década de 60.
E não pude deixar de pensar (cá para os meus botões), que hoje sou indiscutivelmente mais bonito do que ele, mas não deixa de ser uma honra ser comparado ao ícone egípcio e velho "leão"do deserto que conquistou HOLLYWOOD. Só não tive a sorte de desposar a diva egípcia FATEN HAMAMA, considerada um tesouro da terra dos faraós, com quem teve um filho TAREK el-SHARIF, e que se recusou a regressar ao EGIPTO com NASSER no poder!
Objectivamente este episódio obriga-me a rever a minha árvore genealógica!!!
DELMAR MAIA GONÇALVES
( Escritor e Presidente do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora - CEMD)
( Escritor e Presidente do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora - CEMD)
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Crónicas
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