Basta um olhar
para te sentir.
Basta um sorriso
para te compreender.
Delmar Maia Gonçalves
Carcavelos/Parede, 19 de Fevereiro de 2001.
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quarta-feira, 15 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
O rosto da Morte em Namacurra
Em Namacurra
vi um avião
que não tinha asas
e um carro
sem rodas.
Ambos tentaram
sobreviver.
Mas em vão!
Abraçaram
a morte
infalivelmente.
Delmar Maia Gonçalves
Parede/Monte Estoril, 2 de Setembro de 2003.
vi um avião
que não tinha asas
e um carro
sem rodas.
Ambos tentaram
sobreviver.
Mas em vão!
Abraçaram
a morte
infalivelmente.
Delmar Maia Gonçalves
Parede/Monte Estoril, 2 de Setembro de 2003.
sábado, 11 de abril de 2009
Mulher II
Quero alcançar-te
Ser-te fiel
Algo me impede
Sinto-o
Talvez seja parte do meu ser
Desconfiado e prudente
Talvez te ame demasiado
Para te querer
Prefiro estar só
Perdoa-me ser infame e maravilhoso
Delmar Maia Gonçalves
Parede, 21 de Dezembro de 1994.
Ser-te fiel
Algo me impede
Sinto-o
Talvez seja parte do meu ser
Desconfiado e prudente
Talvez te ame demasiado
Para te querer
Prefiro estar só
Perdoa-me ser infame e maravilhoso
Delmar Maia Gonçalves
Parede, 21 de Dezembro de 1994.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Maioridade
Quando atingir
A maioridade
Vou rir-me
Do Mundo!
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 14 de Dezembro de 2006.
(Inédito)
A maioridade
Vou rir-me
Do Mundo!
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 14 de Dezembro de 2006.
(Inédito)
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Adeus? Até sempre!
Ao Fernando Pinto Ribeiro
De nada vale
Chorar tua partida.
De nada vale
Chorar tua ausência definitiva e inútil.
De nada vale
Chorar uma notícia antecipadamente anunciada.
Consola-me enfim
Escutar tua voz imortalmente amiga e infinita
Sentir tua fraterna amizade sem fronteiras
Sentir tua genuína simplicidade pulsar
Sentir teu gesto singular de inclusão
Contra todas as exclusões
Sentir teu grito silencioso e profético
Da poesia para os poetas.
Poetarás mares contra mares
Para um reencontro de mar aberto imortal
Na solidão da morte anunciada e para
A eternidade das outras vidas!
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 20 de Fevereiro de 2009.
(Inédito)
De nada vale
Chorar tua partida.
De nada vale
Chorar tua ausência definitiva e inútil.
De nada vale
Chorar uma notícia antecipadamente anunciada.
Consola-me enfim
Escutar tua voz imortalmente amiga e infinita
Sentir tua fraterna amizade sem fronteiras
Sentir tua genuína simplicidade pulsar
Sentir teu gesto singular de inclusão
Contra todas as exclusões
Sentir teu grito silencioso e profético
Da poesia para os poetas.
Poetarás mares contra mares
Para um reencontro de mar aberto imortal
Na solidão da morte anunciada e para
A eternidade das outras vidas!
Delmar Maia Gonçalves
Lisboa, 20 de Fevereiro de 2009.
(Inédito)
segunda-feira, 30 de março de 2009
Flor Lunar
Para a minha filha Luna Delmar

Quando abraço
A minha doce e terna
Flor Lunar
Quando oiço sua terna voz
Quando olho seus meigos olhos
E mergulho no seu oceânico
Mundo fantasioso
Todas as muralhas
Se diluem no meu coração
E sai de mim o homem exilado
Esperançado
Num Futuro melhor.
Delmar Maia Gonçalves
Santarém, 23 de Março de 2008.
(Inédito)

Quando abraço
A minha doce e terna
Flor Lunar
Quando oiço sua terna voz
Quando olho seus meigos olhos
E mergulho no seu oceânico
Mundo fantasioso
Todas as muralhas
Se diluem no meu coração
E sai de mim o homem exilado
Esperançado
Num Futuro melhor.
Delmar Maia Gonçalves
Santarém, 23 de Março de 2008.
(Inédito)
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