segunda-feira, 30 de março de 2009

Flor Lunar

Para a minha filha Luna Delmar

Quando abraço
A minha doce e terna
Flor Lunar
Quando oiço sua terna voz
Quando olho seus meigos olhos
E mergulho no seu oceânico
Mundo fantasioso
Todas as muralhas
Se diluem no meu coração
E sai de mim o homem exilado
Esperançado
Num Futuro melhor.

Delmar Maia Gonçalves
Santarém, 23 de Março de 2008.
(Inédito)